Não acredito, mais uma encenação para lixar (com f) o Zé.
Se tal fosse verdade não seria lógico que o Estado tentasse obter empréstimos internos?
Ou seja, se paga X % pelos empréstimos ao exterior não teria lógica pagar os mesmos X % nos Certificados de Aforro e disponibilizar Títulos do Tesouros ao particulares residentes em Portugal?
Fez precisamente ao contrário, portou-se como um reles vigarista reduzido a uma miséria o rendimento dos certificados de aforro na posse dos cidadãos que esperavam pelos juros contratados na aquisição. Por outro lado disponibiliza juros chorudos aos bancos que pagam praticamente nada aos depositantes, mas coitados dos bancos precisão deste apoio do Estado para continuarem a serem dos poucos a beneficiar com a crise que provocaram.
Ou não sou economista, felizmente, mas não me considero parvo.
Massacre no Líbano
Há 4 horas




Ricardo Sá Fernandes: "Se quem denuncia a corrupção pode correr o risco de ter os enxovalhos que eu tive, não há combate à corrupção. Porque as pessoas têm de ter orgulho em denunciar a corrupção".
Paulo Morais: "No curto espaço de tempo em que tutelei o pelouro do urbanismo na Câmara Municipal do Porto terei impedido negociatas ilegais na ordem dos 600 ou 700 milhões de euros".
Teresa Goulão: "Há um rolo compressor na minha vida que decorre de eu ter denunciado situações de corrupção. Foi uma bomba atómica na minha vida. Estive em condições economicamente difíceis e pessoalmente dramáticas. Tive medo, tive. Só um tonto é que diz que não tem medo".





